Monday, April 25th, 2011 | Author:

Quando nos propomos a educar um profissional, estamos não só lidando com técnicas e nomes “fantasiosos” para diferentes estilos de arranjos, mas abrindo horizontes, polindo excessos, educando a visão e despertando a sensibilidade de cada um e, principalmente, cativando um futuro grande amigo, que independentemente de trilhar o mesmo caminho que escolhemos, levará consigo um pouco de nós.
Nem sempre, cursos, viagens, diplomas dão aval a uma pessoa para exercer a função de educador. Isso também é válido no ensino da arte floral.

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