Monday, October 24th, 2011 | Author:

Nas bordas de canteiros, como minúsculas cercas vivas ou para arrematar vasos, as flores rasteiras assumem um papel de destaque.
As flores são a alma de qualquer jardim. E, ao pensar nelas, o que vem primeiro à cabeça são as mais vistosas, que vivem majestosamente instaladas nas copas das árvores ou no alto dos arbustos. Mas há outra forma de aproveitar as cores e formas dessas delicadas manifestações da natureza para embelezar os ambientes. Como uma renda ou um bordado, as flores rasteiras – aquelas tão miúdas que podem até ser esmagadas por pés distraídos – são capazes de dar um toque de nobreza ao paisagismo.
Elas formam arbustos baixos, com altura raramente superior a 50 cm, e também podem ser usadas para complementar trechos da forração. Como as pequenas flores estão abaixo da altura dos olhos, é interessante plantá-las em locais distantes do trânsito de pessoas. As aplicações mais comuns são bordas de canteiros, onde fazem o papel de minúsculas cercas vivas, e vasos.
Algumas espécies são mais adaptadas ao clima brasileiro. Um bom exemplo é a vedélia (Spltagneticola trilobata), de cor amarela (foto ao lado) e tão resistente que é comumente usada em jardins públicos, parques e praças. Na cidade de São Paulo, por exemplo, há quilômetros plantados com essa flor às margens do poluído rio Pinheiros, como parte do projeto de revitalização. Outro exemplo é a Impatiens Hawkeri, o popular beijinho, que cresce até em terrenos abandonados graças a sua preferência por meia-sombra e solos úmidos. Os paisagistas Cristina Pibiri e Leonardo Marques indicam outras flores rasteiras fáceis de encontrar e cultivar. Confira!

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