Vários exemplares de tuia foram plantados recentemente no jardim.
A entrada da propriedade com podocarpos enfeitando o caminho
Vários exemplares de tuia foram plantados recentemente no jardim.
A entrada da propriedade com podocarpos enfeitando o caminho
Implantado há 24 anos, o jardim desta residência caracterizado por aprestar pouca variedade de espécies, a maioria de grande porte, entrada da propriedade, cerca 60 exemplares de podocarpos postos em duas fileiras abre caminho aos visitantes.
A paisagem impressiona pela sutileza. Uma enorme área coberta ta com grama coreana apresenta algumas árvores isoladas, entre elas uma jabuticabeira de 45 anos de idade que começa a frutificar e uma Acer palmatum, cuja coloração verde-clara das folhas fica ainda mais brilhante nas estações da primavera e verão.
Segundo o engenheiro agrônomo e paisagista Hyroyoshi Ishi-bashi, autor do projeto, o principal objetivo era deixar bastante espaço livre, com os jardins pegando apenas os cantos da área. “Quis fazer algo bem natural”, justifica.
Num terreno de 3,6 mil metros quadrados, dos quais 1,6 mil foi determinado para a realização do gramado, o paisagista procurou aproveitar todo o visual do entorno, utilizando as áreas verdes do local como complemento ao jardim da propriedade. Com o cenário emprestado da rua, a impressão é que o espaço destinado às árvores de grande porte se prolonga, dando a sensação de estar diante de um enorme bosque.
Palmeiras seafórcias, ipê roxo e amarelo, quaresmeira, sibipiru-na, tuia áurea, brassaias, ficus, camélias, sasankua, pitangueira e planta fóssil são algumas das espécies que realçam a paisagem. Ishibashi afirma que muitas delas têm mais de 30 anos de idade.
As diversas tonalidades de verde convidam à contemplação. Nem os pássaros – freqüentadores assíduos do local – resistem ao seu encanto. Luminárias dispostas pelo jardim facilitam a sua visualização durante a noite.
Espécies de grande porte e uma extensa área gramada transformaram os 3,6 mil metros quadrados destinados ao projeto paisagístico num cenário próprio para quem gosta de apreciar a natureza e sentir a tranqüilidade de um passeio no bosque.
Jardim da fonte
- Bambu-mosso
- Copo de leite
- Helicônia
- Bromélia
- Érica
- Alface d’água
Jardineira dos fundos
- Murta
- Hera
Jardineira do corredor
- Podocarpos
- Moréia
- Madressilva
- Jasmim
- Grama preta
Jardim de entrada
- Bambu-mosso
- Fórmio
- Gardênia
- Cróton
- Lírio-da-paz
- Agapanto
- Bromélia
- Grama preta
A proposta da paisagista foi fazer com que o espaço da propriedade crescesse tanto para frente quanto para trás. Por isso, a área de entrada da casa, que antes era totalmente de piso, foi transformada em jardim. Pouco a pouco, o aspecto frio do local foi sendo tomado pelo colorido da vegetação.
Na escolha das espécies, Ana Maria optou pela utilização do fórmio – que garante mais volume ao jardim -, de floríferas como a gardênia, o Ifrio-da-paz e a bromélia, além de bambu-mosso, agapanto, cróton e grama preta, cuja tonalidade de verde é mais escura. Para dar o contraste de cores, o acabamento ganhou novamente seixos rolados, seguindo o estilo do projeto.
A reforma na área externa mudou o visual da casa antiga, deixando-a com um aspecto mais moderno. O projeto paisagístico assinado por Ana Maria Cintra conservou somente o corredor, que dá acesso aos fundos da propriedade, onde já existiam alguns canteiros junto ao muro. Espécies como podocarpos e moréias fazem companhia a trepadeiras, entre elas jasmim e madressilva, intercaladas nas divisões dos vãos do muro.
O desafio da paisagista foi implantar algo adequado ao desejo da família. Ao mesmo tempo em que a proprietária adora jardins, ela também precisava de um espaço com piso para os quatro filhos jogarem bola.
Como solução, os fundos da casa ganharam uma grande área de piso, que foi acompanhada por dois bancos de alvenaria centralizados. Além de servir para quebrar a aridez, hoje eles são utilizados para acomodar os “reservas” em dias de jogo. Duas jardineiras com murta e hera, colocadas num nível acima do piso, têm»a função de trazer mais vida ao local.
Para os adultos, foi criado um ambiente mais aconchegante para relaxar. Com a presença de um espelho d’água, o jardim é semelhante ao de inverno. Bem próximo a ele, é possível manter uma mesa para refeição ou mesmo descansar, ao som delicado da água caindo.
Na composição desta área destacam-se espécies como helicônias, bromélias, copos-de-leite, érica e bambu-mosso, além das plantas aquáticas que se desenvolvem sobre o espelho. Como acabamento optou-se por seixos rolados.
Bromélias, copo-de-leite e helicônias destacam-se no jardim da fonte. Ao fundo, jardineiras compostas por murta e hera
Uma fonte, instalado nos fundos da residência, proporcionou aos proprietários a sensação de estarem bem próximos a um
pedacinho da natureza, onde podem fazer uma refeição ou mesmo descansar com o barulho da água.
Quando a arquiteta paisagista Caterina Poli foi convidada para realizar o projeto desta propriedade, o cliente já havia comprado uma piscina de fibra de vidro, mas não tinha a menor idéia de como compô-la com o resto do terreno.
Num trabalho elaborado em conjunto com a engenheira agrônoma Rita de Cássia Degas-peri da Cunha, a paisagista optou por utilizar placas de arenito Paraná na borda da piscina e nos caminhos ao redor. Na área mais ensolarada, foi desenhado um deck de madeira que também esconde a casa de máquinas, que fica enterrada, aproveitando-se do fato do terreno ter sido aterrado.
Para drenar a água que respinga para fora da piscina, utilizou-se uma canaleta de seixos rolados, já que o cloro danificaria a grama, deixando-a com aspecto amarelado- além disso, a água ficaria empossada.
Ao lado do deck, um chuvei-rão com reservatório de 40 centímetros de diâmetro tem as funções de, antes do mergulho na piscina, tirar o sal da água do mar e depois retirar o excesso de cloro do corpo. Ou ainda, apenas para se refrescar.
O objetivo principal foi de evitar a construção de pisos e a impermeabilização do terreno, em função das freqüentes chuvas ocorridas no local, e para acentuar o aspecto rústico e despojado.
Tirando proveito de estar rodeado pela Mata Atlântica, o jardim adquiriu um caráter extremamente tropical, com espécies exuberantes, de aspecto escultó-rico e formando grandes volumes de vegetação. Entre elas destacam-se a Alpinia variegata, Papyrus, Moréia bicolor, Fórmio rubro, Strelitzia juncea e Yucda filamentosa.
Uma atenção especial foi dada também às espécies floríferas, como Trialis, Quaresmeira-anã e Gardênia, além das palmeiras, indispensáveis em um jardim tropical- sobressaindo-se a Areca-de-Lucuba, Pinanga e Ptichosper-ma macarthuri. Para completar, optou-se por grama esmeralda.
Assinado por Caterina Poli, o projeto desta área externa deveria ter uma piscina com toque clássico, um jardim de estilo europeu e um gazebo de vidro, conforme desejavam os proprietários.
Para suavizar as linhas da residência, foi elaborada uma piscina com formas orgânicas, respeitando porém seu estilo americano. Projetou-se uma cobertura de vidro sobre colunas de concreto avançando, como se fosse um gazebo, dispensando as paredes para ficar mais integrado ao jardim e evitar o calor.
Com a intenção de vencer o desnível do terreno, foram criados degraus sinuosos, simulando movimento, e uma faixa de pedrisco para drenar a água do piso ao redor da piscina.
A casa de máquinas ficou em uma área escondida, embaixo da piscina, aproveitando também o terreno com ligeiro declive. Para maior aproveitamento do sol, a piscina foi construída na parte mais alta.
A área externa foi integrada à arquitetura da casa através da escolha de materiais de acabamento em tons claros, como branco e marfim.
Quanto ao jardim, ficou afastado da piscina, longe dos respingos.
Sua composição apresenta espécies de aspecto europeu, como Kaizukas, Tuia pássaro-azul e Tuia prateada, entremeadas por flores em tons de branco e azul das Hortênsi-as, Gardênias, Jasmim do imperador, Camélias e Evolvulus. No gazebo utilizou-se o Jasmim estrela, enquanto o Jasmim italiano foi colocado em treliças. Para finalizar, optou-se por plantar grama esmeralda, que tem aspecto mais suave.
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