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domingo, fevereiro 19th, 2012 | Author: admin

O azul numa bela composicao com o verde do jardim.

Ao mesmo tempo em que garantem à propriedade um belo contraste de cores, os projetos paisagísticos ao redor de piscinas conseguem proporcionar aos usuários o bem-estar de curtir a natureza junto às delícias de um bom mergulho

sexta-feira, fevereiro 17th, 2012 | Author: admin

“Este projeto foi muito importante porque marcou o início de nossa parceria. Através deste trabalho já fomos convidadas a implantar outros jardins em São Paulo.” Elizete Pereira, paisagista.

Em todas as salas da clínica é possível ver um pouquinho do paisagismo

quarta-feira, fevereiro 15th, 2012 | Author: admin

Entre os vasos que realçam a paisagem, todos com acabamento em pedrisco, é possível encontrar uma seringueira com 40 anos de idade, cujo porte não é tão grande em função de estar plantada em vaso, além de árvore da felicidade, ficus variegata e benjamina, rafis e areca-bambu.
As placas de xaxim, dispostas em uma das paredes da sala, foram apenas remanejadas pelas paisagistas, já que faziam parte do projeto anterior à reforma. Dezoito vasos com petúnias coloridas formam um jardim vertical em outra parede.
Uma jardineira suspensa, antes composta por filodendro, foi totalmente modificada. No novo projeto, ela recebeu espécies como fórmio, podocarpos e moréias, com acabamento em seixos rolados. Para dar a impressão de um painel, alguns vasos com petúnias foram intercalados na parede.

segunda-feira, fevereiro 13th, 2012 | Author: admin

Nada mais agradável que o barulhinho da água entre o jardim para prender a atenção do paciente que aguarda o atendimento. Implantado nos mesmos moldes dos outros jardins internos, ou seja, com iluminação natural e visto através de paredes de vidro, o “jardim da Sala Vip”, como é chamado pelas paisagistas, conta com um atrativo a mais em sua composição: a fonte d’água confeccionada em pedra.

sábado, fevereiro 11th, 2012 | Author: admin

PARA  QUEBRAR  O BRANCO, NADA MELHOR QUE O COLORIDO DOS JARDINS.

A reforma paisagística da clínica médica trouxe ao ambiente toques de alegria e aconchego, sentidos que afloram desde a entrada do local, onde o jardim principal dá as boas-vindas.

De uma parceria feita entre três estudantes de paisagismo nasceu este projeto. Elizete Pereira, Regina Prezotto e Amara Santos não pouparam esforços para reformar os jardins da clínica médica Crya, localizada em São Paulo. Executado recentemente, o trabalho garantiu mais vida aos ambientes externos e internos do local que conta com três pavimentos.
Logo na entrada, o jardim principal feito sobre a laje da sala de ultra-som traz um detalhe curioso: o projeto arquitetônico do local teve a preocupação em manter uma palmeira que passa por esta sala, atravessando a laje e compondo o projeto paisagístico acima.
Ao redor da palmeira, outras espécies complementam a paisagem, entre elas cróton, bromélias, clorofíto, nandinas, azulzinha e pingo de ouro. Vasos com verbena e onze-horas também fazem parte do conjunto.
O contorno das espécies foi feito em ziguezague com grama-azul e adornado com duas pedras de tamanho médio. A presença da grama-esmeralda como forração também é significativa, embora ainda não tenha alcançado pleno desenvolvimento.
Em uma das laterais do jardim a espécie coroa-de-cristo, com acabamento em brita, trouxe um toque de rusticidade ao ambiente. Além disso, lascas de madeira foram colocadas entre as plantas.
Na entrada da garagem, um estreito canteiro que antes era habitado por murtas recebeu atenção especial. “Retiramos as antigas espécies, trocamos toda a terra e plantamos somente ixoras”, diz Elizete, acrescentando que o desejo desta mudança partiu da proprietária da clínica. Apenas uma palmeira foi mantida neste canteiro, que ganhou o mesmo acabamento do jardim principal: lascas de madeira e bordas feitas em grama-azul.
Nos corredores internos, os jardins são a atração
Ao percorrer o pavimento térreo da clínica, dois jardins vistos através de paredes de vidro chamam a atenção. A iluminação natural foi complementada por luminárias que ajudam a destacar as espécies. Segundo Elizete, o ambiente exigia plantas que resistissem bem à umidade e temperaturas altas, já que a área foi destinada também a acomodar equipamentos de ar condicionado.
No cenário natural de um dos jardins, algumas rafis fazem fundo para moréias, lírios-da-paz, copos-de-leite, peperônias varie-gatas e marrons, três bromélias e um bambu mosso. Como acabamento foram utilizados pedriscos e seixos brancos.
O outro jardim, embora mantenha o mesmo estilo paisagístico do primeiro, ganhou mais algumas espécies como a ardízia -disposta em suas laterais – e exemplares de podocarpos.
Fonte d’água distrai o paciente na saia de espera
Nada mais agradável que o barulhinho da água entre o jardim para prender a atenção do paciente que aguarda o atendimento. Implantado nos mesmos moldes dos outros jardins internos, ou seja, com iluminação natural e visto através de paredes de vidro, o “jardim da Sala Vip”, como é chamado pelas paisagistas, conta com um atrativo a mais em sua composição: a fonte d’água confeccionada em pedra.

Para acompanhar a principal proposta deste ambiente, cujo tema é a água, a planta aquática mini-papiros ganhou um destaque especial. Bromélias exóticas, asplenium e bambu mosso ajudam a compor o visual agradável.
O musgo foi a espécie escolhida para a forração, enquanto o acabamento foi feito em pedrisco bege. Na mesma sala, uma cesta de cipó trançado com vários tipos de bromélias harmoniza ainda mais o espaço.

quinta-feira, fevereiro 09th, 2012 | Author: admin

“Acho que as pessoas estão buscando algo mais espiritual para suas vidas, mas é preciso ter cuidado, pois quando algo vira febre, sempre aparecem os que querem se aproveitar.”

“As pessoas acham alto o investimento numa manutenção, mas esquecem que para se ter algo sempre bonito é preciso “alimentá-lo” corretamente.”

terça-feira, fevereiro 07th, 2012 | Author: admin

A arquiteto paisagista Thais de Freitas Ayres recebeu a equipe da revista Coisas de Jardim para falor sobre seu trabalho e suas impressões do mercado paisagístico no Brasil.

Graduada pela Faculdade de Arquitetura Mackenzie desde 1979, Thais de Freitas Ayres atua na área de paisagismo há dez anos, em São Paulo. Seu interesse pelo assunto surgiu há cerca de 15 anos, após abrir um escritório de arquitetura e perceber a enorme procura por projetos paisagísticos na região em que atuava.
A partir daí, fez cursos de aperfeiçoamento no Viveiro Manequinho Lopes, no Parque do Ibirapuera, e na ESPADE -Escola Paulista de Decoração -e passou a trabalhar somente com paisagismo de interiores e exteriores e algumas reformas arquitetônicas, especificamente em áreas de lazer.
Atualmente, a paisagista desenvolve projetos em várias regiões do Estado e implanta inclusive jardins baseados no Feng Shui – arte milenar chinesa que propõe a harmonização de ambientes.
Cf – O mercado paisagístico no Brasil tem crescido bastante nos últimos anos. Na sua opinião, quais seriam os principais fatores que têm alavancado este setor?
Thais -Acredito que a conscientização das pessoas com o meio ambiente seria um dos fatores para esse crescimento, além do sentimento de querermos ficar ao lado do verde numa cidade como São Paulo.
CJ – Você vê esse crescimento como algo positivo?
Thais – Hoje, no Brasil, esse mercado está crescendo muito, pois as pessoas buscam um pouco mais de verde em suas casas, por menor que sejam elas. Isso faz a concorrência aumentar e faz com que o paisagista se esforce cada vez mais para ser um bom profissional.
CJ – Então você acredita que o mercado paisagístico ainda tem para onde crescer?
Thais-Tem várias possibilidades de crescimento. Nós ainda estamos caminhando nesta área. Não podemos esquecer que as pessoas passaram a dar valor para o verde há pouco tempo.
Cf-As parcerias acontecem cada vez com mais freqüência em todos os ramos de negócio. No paisagismo não é diferente e o resultado são as grandes empresas. Você acha que de alguma maneira isso ameaça o trabalho dos profissionais autônomos?
Thais – Acredito que estimulem o profissional a melhorar seu desempenho cada vez mais e essas parcerias fazem com que as pessoas comprem algo com um paisagismo bem elaborado, fazendo com que comecem a ver o paisagismo como algo importante para a qualidade de vida delas e não como algo fútil.
CJ – Vamos falar um pouco sobre o seu trabalho. Você tem um estilo definido nos projetos que realiza?
Thais – Não tenho um estilo. O clima da região e a arquitetura do local é que definem o projeto. Particularmente, gosto de coisas mais “cleans”.
CJ – Na hora de elaborar um projeto, quais são os critérios que você leva em consideração para obter bons resultados?
Thais – Em primeiro lugar, o clima do local, a posição do sol e a partir daí começo a elaborar o projeto observando formas, cores e texturas das plantas e acessórios.
CJ – Em que você costuma se inspirar?
Thais – Gosto de observar a arquitetura da casa e, com o projeto paisagístico, valorizá-la.
CJ – Dá para atender a todos os desejos do cliente?
Thais – Nem sempre. E tudo vai depender do desejo.
CJ – É comum ouvirmos profissionais do paisagismo reclamando da falta de manutenção após a implantação de um projeto. Gostaria que você falasse um pouco aos nossos leitores sobre a importância da necessidade desta manutenção e por que isso geralmente não acontece.
Thais – Ela é muito importante. Primeiro para não haver alterações nas propostas originais. Depois, para que o jardim permaneça sempre vistoso, florido e saudável. Afinal, o cliente tem um custo que muitas vezes é alto e ele não quer perder isso. As pessoas acham alto o investimento numa manutenção, mas esquecem que para se ter algo sempre bonito é preciso “alimentá-lo” corretamente.
CJ – O Ceasa/Ceagesp continua sendo o principal distribuidor de plantas e acessórios para os profissionais do paisagismo em São Paulo?
Thais – Atualmente não acredito que seja o principal. Estão surgindo lugares em diversos bairros com ótimos e diferenciados produtos.
CJ – A cada novo trabalho realizado você costuma modificar algo em seus conceitos de trabalho, baseando-se no que já fez de errado?
Thais – Sim, pois sem esta correção não haveria evolução profissional.
CJ – Qual é o perfil do seu público consumidor?
Thais – Não há um perfil definido. Atendo a casais jovens e sua primeira casa, idosos, solteiros…
CJ – Você acredita que um dia todas as classes econômicas terão acesso aos serviços de um paisagista?
Thais – Nos projetos de habitação popular geralmente o paisagismo já está incluído, mas o que falta é o incentivo das prefeituras no que diz respeito ao fornecimento de material para que as pessoas possam cultivar um jardim. Outro problema é a falta de conscientização dos moradores de que o paisagismo traz melhor qualidade de vida. Uma solução seria a criação de progra-
mas de educação ambiental nas comunidades mais carentes.
CJ -O Brasil conta com publicações suficientes para atender às necessidades dos profissionais da área?
Thais – Agora é que estão surgindo publicações mensais. Antes existiam duas, hoje temos de cinco a seis. Quanto a livros nacionais, são pouquíssimos.
CJ – Como você avalia essa febre de consumo por trabalhos paisagísticos realizados sob os preceitos do Feng Shui?
Thais – Acho que as pessoas estão buscando algo mais espiritual para suas vidas, mas é preciso ter cuidado, pois quando algo vira febre, sempre aparecem os que querem se aproveitar. Afinal, são anos de estudo para que se possa desenvolver todas as técnicas de trabalho adequadas.
CJ – Quais sãos os cuidados que se deve ter ao contratar profissionais que prestam consultoria em Feng Shui?
Thais – Informações com quem já fez, mas mesmo assim fica difícil saber quem é a pessoa, onde e com quem estudou, etc. Discernimento e “feeling” são as melhores armas.
CJ – Para finalizar, qual seria o seu conselho para as pessoas que estão iniciando agora neste ramo de atividade?
Thais – Gostar muito do que faz, estudar tudo sempre, e para mim algo muito importante: ser honesto com o cliente.

sábado, fevereiro 04th, 2012 | Author: admin

Os materiais utilizados para a confecção deste arranjo floral podem ser escolhidos conforme a necessidade e criatividade de quem o faz. Segundo Cida Lofrano, a cesta pode ser de cipó ou vime. “São produtos rústicos e bonitos”, justifica. Já no lugar da argila expandida, é possível também usar pó de xaxim para que a cesta não fique tão pesada depois de pronta.
A quantidade de vasos utilizada para montar arranjo é outro item flexível, bem como os tipos e cores de espécies a serem selecionados. No caso deste passo-a-passo, a paisagista optou por usar seis vasos com plantas de meia-sombra.
Para que as espécies tenham um bom desenvolvimento, as regas podem ser realizadas duas vezes por semana e a adubação feita anualmente. Folhas e flores velhas e doentes precisam ser retiradas periodicamente. O musgo escolhido para o acabamento deve ser mantido sempre úmido para que não morra.

MATERIAIS NECESSÁRIOS:

• Uma cesta de cipó média
• Pedras brancas
• Argila expandida
• Um par de luvas
• Uma tesoura
• Um objeto qualquer para furar o plástico (neste caso, foi utilizado um enfeite com base de ferro)

1- Corte um pedaço de plástico preto no tamanho do interior da cesta. Faça de cinco a seis furos no meio dele e coloque-o dentro da cesta de cipó. Ele evitará que a água escoe rapidamente na hora da rega.

2- Vá colocando a argila expandida aos poucos no fundo da cesta. Preencha até dar a altura necessária para a colocação de um pequeno vaso.

3- Comece colocando no centro da cesta o vaso com a espécie escolhida como elemento principal do arranjo (neste caso a orquídea cymbidium). Ajeite com as mãos até que ele fique bem firme.

4- Agora, pegue o vaso com a orquídea oncidium, coloque-o em uma das laterais da cesta e preencha novamente o fundo com argila até ajeitá-lo na altura desejada.

5- Coloque dois vasos com avenca, repita o procedimento anterior com mais uma porção de argila e ajeite os vasos com as mãos até que fiquem bem fixos na cesta. As avencas devem ser colocadas sempre com as folhas caídas para fora.

6- Acrescente mais um vaso, desta vez com a espécie Kalan-choe, e coloque argila novamente na cesta, dando ao conjunto o formato que desejar.

7- Coloque o sexto e último vaso, composto de violetas, sempre utilizando a argila expandida para fixar o vaso na altura necessária. Vá acrescentando mais argila expandida até preencher todos os vãos dos vasos.

8- Para dar o acabamento, coloque o musgo em cima da argila expandida e em todos os vãos formados entre os vasos.

9- Finalmente, intercale pedras brancas com musgo, fazendo o acabamento em todos os espaços vazios e ressaltando o colorido das espécies. Seu arranjo está pronto. Não esqueça de que as espécies utilizadas neste passo-a-passo são de meia- sombra e continuam florescendo desde que sejan colocadas em locais bem iluminados.

quinta-feira, fevereiro 02nd, 2012 | Author: admin

Aprendo a fazer um sofisticado arranjo flor cujas espécies sobrevivem por, no mínimo, um ano. Quem ensina passo-q-passo é o paisagista Cida Lofrano.

Flores sempre são bem-vindas. E melhor ainda é quando compõem harmoniosos conjuntos capazes de realçar ambientes. Em casa, no escritório ou mesmo utilizados na decoração de eventos, os arranjos florais pedem sofisticação e bom gosto na sua confecção. “Na hora de fazer um arranjo é preciso sempre procurar combinar as cores das plantas ou fazer um contraste com elas”, explica Cida.
Ao contrário dos arranjos convencionais, cujas plantas utilizadas sobrevivem em média de uma a duas semanas, os arranjos feitos em cesta de cipó podem durar por mais de um ano, já que são preparados com espécies plantadas em vasos.
Este tipo de trabalho vem como uma boa alternativa para decorar mesas de reuniões e stands de eventos, sem a necessidade de trocas periódicas. Para isso, basta usar espécies perenes que não necessitem de iluminação direta. “É um arranjo duradouro, se tratar bem, não perde nunca”, garante a paisagista.

terça-feira, janeiro 31st, 2012 | Author: admin

EM JARDINS, TERRAÇOS OU PISCINAS, ELES CONVIDAM AO ACONCHEGO.

Confeccionados em alumínio extrudado, alumínio maciço ou ferro trabalhado, os móveis fabricados pela indústria americana Woordart e distribuídos no Brasil pela Art Connection resistem a agressões naturais como sol, chuva e maresia. Além disso, há 200 opções de cores de telados e tecidos, também desenvolvidos para resistir ao tempo. Mesmo as almofadas são feitas em fibras de poliéster e contêm fungicida e protetor UV.