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Friday, June 14th, 2013 | Author:

HISTORIA:
Muito usados desde os tempos da antiga China, acreditase que essas construções tenham surgido por lá. Hoje, fazem parte de jardins não só de países tropicais, como Brasil, Tailândia e índia, como também integram o paisagismo de lugares mais frios, como Europa e Estados Unidos. Por aqui, são muito usados em fazendas, sítios e casas de campo. Se o jardim permitir, os gazebos também podem e devem ser usados em residências urbanas. Sua instalação é sempre bem-vinda no jardim, desde que tenha tamanho suficiente para acolhê-lo. Os espaços de médio e grande portes são os mais indicados. Para Emília, não existe uma área mínima, mas ela considera fundamental que o local seja medido antes da instalação. Se o desejo do proprietário é criar um espaço externo íntimo, agradável e acolhedor, protegido tanto do Sol como do vento em excesso, com um lugar para cultivar vasos e conviver com a natureza, os profissionais são unânimes ao dizer que o gaze-bo é uma boa opção.
As estruturas podem ser de madeira, ferro, vidro, fibra ou alvenaria e devem, obrigatoriamente, estar localizadas no canto mais charmoso do jardim.
Suas formas podem ser as mais variadas possíveis: quadradas, redondas, octogonais, retangulares e ovais. De estilo clássico, moderno, oriental, romântico ou rústico, podem ser encontrados prontos ou pré-fabricados. “Existem várias opções de gazebos prontos no mercado, que vão dos mais simples, feitos de lona, até os mais elaborados. Os materiais mais utilizados são ferro, madeira nobre, madeira de demolição e bambu tratado”, comenta Emília. Para ela, o ferro é a melhor opção, devido à flexibilidade do material e ao fato de proporcionar maior liberdade de criação. Pode-se usar para o piso pedriscos, tijolinhos, pedras goiás ou são tome, cerâmica, ladrilho hidráulico e até cimento queimado.

Thursday, July 05th, 2012 | Author:

O estilo que permeava os planos de paisagismo para a residencia, realizou-se por completo.

Na área da piscina, destaque maior para os buxinhos, verdadeiras esculturas vivas.

Wednesday, March 14th, 2012 | Author:

Implantado há 24 anos, o jardim desta residência caracterizado por aprestar pouca variedade de espécies, a maioria de grande porte, entrada da propriedade, cerca 60 exemplares de podocarpos postos em duas fileiras abre caminho aos visitantes.
A paisagem impressiona pela sutileza. Uma enorme área coberta ta com grama coreana apresenta algumas árvores isoladas, entre elas uma jabuticabeira de 45 anos de idade que começa a frutificar e uma Acer palmatum, cuja coloração verde-clara das folhas fica ainda mais brilhante nas estações da primavera e verão.
Segundo o engenheiro agrônomo e paisagista Hyroyoshi Ishi-bashi, autor do projeto, o principal objetivo era deixar bastante espaço livre, com os jardins pegando apenas os cantos da área. “Quis fazer algo bem natural”, justifica.
Num terreno de 3,6 mil metros quadrados, dos quais 1,6 mil foi determinado para a realização do gramado, o paisagista procurou aproveitar todo o visual do entorno, utilizando as áreas verdes do local como complemento ao jardim da propriedade. Com o cenário emprestado da rua, a impressão é que o espaço destinado às árvores de grande porte se prolonga, dando a sensação de estar diante de um enorme bosque.
Palmeiras seafórcias, ipê roxo e amarelo, quaresmeira, sibipiru-na, tuia áurea, brassaias, ficus, camélias, sasankua, pitangueira e planta fóssil são algumas das espécies que realçam a paisagem. Ishibashi afirma que muitas delas têm mais de 30 anos de idade.
As diversas tonalidades de verde convidam à contemplação. Nem os pássaros – freqüentadores assíduos do local – resistem ao seu encanto. Luminárias dispostas pelo jardim facilitam a sua visualização durante a noite.

Monday, February 27th, 2012 | Author:

Bromélias, copo-de-leite e helicônias destacam-se no jardim da fonte. Ao fundo, jardineiras compostas por murta e hera

Saturday, February 25th, 2012 | Author:

Uma fonte, instalado nos fundos da residência, proporcionou aos proprietários a sensação de estarem bem próximos a um
pedacinho da natureza, onde podem fazer uma refeição ou mesmo descansar com o barulho da água.

Thursday, February 23rd, 2012 | Author:

Quando a arquiteta paisagista Caterina Poli foi convidada para realizar o projeto desta propriedade, o cliente já havia comprado uma piscina de fibra de vidro, mas não tinha a menor idéia de como compô-la com o resto do terreno.
Num trabalho elaborado em conjunto com a engenheira agrônoma Rita de Cássia Degas-peri da Cunha, a paisagista optou por utilizar placas de arenito Paraná na borda da piscina e nos caminhos ao redor. Na área mais ensolarada, foi desenhado um deck de madeira que também esconde a casa de máquinas, que fica enterrada, aproveitando-se do fato do terreno ter sido aterrado.
Para drenar a água que respinga para fora da piscina, utilizou-se uma canaleta de seixos rolados, já que o cloro danificaria a grama, deixando-a com aspecto amarelado- além disso, a água ficaria empossada.
Ao lado do deck, um chuvei-rão com reservatório de 40 centímetros de diâmetro tem as funções de, antes do mergulho na piscina, tirar o sal da água do mar e depois retirar o excesso de cloro do corpo. Ou ainda, apenas para se refrescar.
O objetivo principal foi de evitar a construção de pisos e a impermeabilização do terreno, em função das freqüentes chuvas ocorridas no local, e para acentuar o aspecto rústico e despojado.
Tirando proveito de estar rodeado pela Mata Atlântica, o jardim adquiriu um caráter extremamente tropical, com espécies exuberantes, de aspecto escultó-rico e formando grandes volumes de vegetação. Entre elas destacam-se a Alpinia variegata, Papyrus, Moréia bicolor, Fórmio rubro, Strelitzia juncea e Yucda filamentosa.
Uma atenção especial foi dada também às espécies floríferas, como Trialis, Quaresmeira-anã e Gardênia, além das palmeiras, indispensáveis em um jardim tropical- sobressaindo-se a Areca-de-Lucuba, Pinanga e Ptichosper-ma macarthuri. Para completar, optou-se por grama esmeralda.

Tuesday, February 21st, 2012 | Author:

Assinado por Caterina Poli, o projeto desta área externa deveria ter uma piscina com toque clássico, um jardim de estilo europeu e um gazebo de vidro, conforme desejavam os proprietários.
Para suavizar as linhas da residência, foi elaborada uma piscina com formas orgânicas, respeitando porém seu estilo americano. Projetou-se uma cobertura de vidro sobre colunas de concreto avançando, como se fosse um gazebo, dispensando as paredes para ficar mais integrado ao jardim e evitar o calor.
Com a intenção de vencer o desnível do terreno, foram criados degraus sinuosos, simulando movimento, e uma faixa de pedrisco para drenar a água do piso ao redor da piscina.
A casa de máquinas ficou em uma área escondida, embaixo da piscina, aproveitando também o terreno com ligeiro declive. Para maior aproveitamento do sol, a piscina foi construída na parte mais alta.
A área externa foi integrada à arquitetura da casa através da escolha de materiais de acabamento em tons claros, como branco e marfim.
Quanto ao jardim, ficou afastado da piscina, longe dos respingos.
Sua composição apresenta espécies de aspecto europeu, como Kaizukas, Tuia pássaro-azul e Tuia prateada, entremeadas por flores em tons de branco e azul das Hortênsi-as, Gardênias, Jasmim do imperador, Camélias e Evolvulus. No gazebo utilizou-se o Jasmim estrela, enquanto o Jasmim italiano foi colocado em treliças. Para finalizar, optou-se por plantar grama esmeralda, que tem aspecto mais suave.

Sunday, February 19th, 2012 | Author:

O azul numa bela composicao com o verde do jardim.

Ao mesmo tempo em que garantem à propriedade um belo contraste de cores, os projetos paisagísticos ao redor de piscinas conseguem proporcionar aos usuários o bem-estar de curtir a natureza junto às delícias de um bom mergulho

Friday, February 17th, 2012 | Author:

“Este projeto foi muito importante porque marcou o início de nossa parceria. Através deste trabalho já fomos convidadas a implantar outros jardins em São Paulo.” Elizete Pereira, paisagista.

Em todas as salas da clínica é possível ver um pouquinho do paisagismo

Wednesday, February 15th, 2012 | Author:

Entre os vasos que realçam a paisagem, todos com acabamento em pedrisco, é possível encontrar uma seringueira com 40 anos de idade, cujo porte não é tão grande em função de estar plantada em vaso, além de árvore da felicidade, ficus variegata e benjamina, rafis e areca-bambu.
As placas de xaxim, dispostas em uma das paredes da sala, foram apenas remanejadas pelas paisagistas, já que faziam parte do projeto anterior à reforma. Dezoito vasos com petúnias coloridas formam um jardim vertical em outra parede.
Uma jardineira suspensa, antes composta por filodendro, foi totalmente modificada. No novo projeto, ela recebeu espécies como fórmio, podocarpos e moréias, com acabamento em seixos rolados. Para dar a impressão de um painel, alguns vasos com petúnias foram intercalados na parede.