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Saturday, August 17th, 2013 | Author:

No segundo andar, as paredes foram texturizadas em vermelho. Ivani Kubo também criou espaços comple-mentares, que receberam plantas para suavizar o calor intenso da cobertura, além de harmonizar o ambiente. “As treliças foram usadas para tirar o desenho circular do vidro e acabar com a sensação de medo que as pessoas tinham quando olhavam para baixo.”
Quanto às espécies, a responsável pelo projeto utilizou melindres (Asparagus setaceus) e aspargos (Asparagus densi-florus) nos cachepôs pendurados com textura terracota manchada, além de primaveras, jasmins-dos-poetas (Jas-minum polyantkum), buxinhos (Buxus sempervirens), eugênias (Eugenia sprengelii), palmeiras-fênix (Phoenix roebe-lenii) e ardísias (Ardisia crenata).
Um projeto de iluminação também foi implementado. Spots em formato de espeto com lâmpadas halógenas foram distribuídas por todos os jardins, além de arandelas em cerâmica e candeeiros marroquinos, espalhados displicentemente. “Coloquei também algumas velas aromá-ticas para perfumar e iluminar as noites mais quentes.”

Thursday, July 04th, 2013 | Author:

Sonho de consumo:
Por falar no lado de fora da casa, enquanto não se deleita nas areias e nas águas naturais de Guaecá, a família se diverte – e muito – na área de lazer particular. A piscina, de 40 m2, praticamente ocupa quase todo o espaço livre do terreno. E detalhe: há uma passarela de acesso à praia. O muro de pedra filetada, aliás, é propositalmente baixo para que o gramado complementasse o espaço.
Para resgatar a sensação relaxante que a natureza proporciona bem pertinho dali, a piscina brinca com vários tons de azul, garantindo o efeito de profundidade do vizinho mar – à noite, as fibras óticas que iluminam o espaço de banho permitem a alternância das cores, acompanhadas pelos spots que valorizam os detalhes paisagísticos e a construção em si, cercada de holofotes.
E já que a idéia é de relax completo, não faltam o spa (aquecido, inclusive!) com jatos de hidromassagem nem a cascata montada sobre o arco de concreto. Mas as delícias não param por aí. A área da churrasqueira também é acoplada à casa e faz a comunicação com o ambiente interno por meio da ampla janela passa-prato, bem ao alcance do bar molhado instalado num dos cantos da construção. Essas grandes janelas… São elas que permitem a iluminação natural e a amplitude invadirem a casa, efeitos que se repetem no acesso ao piso superior por conta dos tijolos transparentes. “Além de matermos a luz, conseguimos o efeito lúdico e garantir a privacidade dos moradores”, observa o autor do projeto. Com a claridade tomando conta dos espaços, fica fácil promover o casamento perfeito com a decoração, que explora a praticidade e a leveza das pastilhas de vidro nos detalhes da cozinha e dos banheiros, a rusticidade do junco e da imbuía nos móveis sofisticados, somada à nobreza de pedras como mármore que ampara lavabos e banheiros.

Saturday, June 22nd, 2013 | Author:

Criado pela paisagista Sabine Morei, o gazebo é marcado por linhas retas e busca explorar a visão e as sensações com plantas tropicais.

Tuesday, June 11th, 2013 | Author:

Corno definir este lugar que encanta até mesmo aqueles que não são amantes da natureza? “O gazebo é uma estrutura encontrada nos parques, nos jardins e em áreas públicas. Geralmente cobertos e com todos os lados abertos, eles fornecem um espaço de repouso e de contemplação da natureza”, afirma a engenheira agrônoma e paisagista Emilia Seika Kai, da Miti Garden. Na etimologia, a construção tem origem em duas palavras latinas que, juntas, significam algo como “eu olharei”, observa o engenheiro agrônomo e paisagista Mauro Barros. “O gazebo é uma estrutura do jardim que deve estar posicionada na melhor perspectiva de apreciação da paisagem”. Para a paisagista Cleusa DallAntonia Settani, a estrutura é o melhor local para relaxar e meditar.

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Friday, May 03rd, 2013 | Author:

Jardim da Lua:
Da janela gradeada da cozinha é possível entrevê-lo. Ele fica em cima de uma laje, entre a garagem e o corredor que leva à edícula. O jardim foi projetado pela arqui-teta-paisagista Ivone Arantes. “Os netos da proprietária chamam este espaço de ‘Jardim da Lua'”, conta. De acordo com a arquiteta-paisagista, o lugar ganhou o apelido por causa dos seixos usados como revestimento. Ela diz que as crianças andam com freqüência no local e, pela flexibilidade do solo, o apelidaram de jardim lunar. Ele foi especialmente projetado para esconder todo o sistema de refrigeração da residência. Do portão, era possível avistá-lo sobre a laje. Hoje, vê-se apenas algumas árvores frutíferas. Ivone explica que é preciso tomar alguns cuidados, como escolher espécies que suportem o calor gerado pelo ar-condicionado.

Sunday, April 28th, 2013 | Author:

Um jardim lindo, repleto de flores, projetado com as espécies que você mais gosta e, para completar, com um belo ar-condicionado. Alto lá: ar condicionado?! E, não tem jeito: se o seu sistema de refrigeração não for daquele com suporte, o lugar mais comum para colocálo costuma ser o jardim. E, convenhamos, condicionador de ar não combina muito com um projeto paisagístico.
Uma solução pacífica para esse problema pode ser disfarçar o sistema de refrigeração entre as espécies vegetais. Ou seja, colocá-lo de maneira estratégica no jardim, usando as próprias plantas para escamoteá-lo. Veja a seguir quatro projetos que usaram tal técnica. Uma delas pode ajudá-lo a resolver o seu problema.

Entenda seu ar-condicionado:
Os modelos mais comuns de condicionadores de ar são os de janela e os split. O primeiro é o mais usado. Trata-se de um aparelho encaixado em um suporte que, na maioria das vezes, fica do lado de fora da residência ou do apartamento. Os modelos split são utilizados em locais maiores. Eles necessitam de uma central, devem ser postos no chão e liberam muito calor. Por isso, são colocados no lado externo.

Tuesday, April 02nd, 2013 | Author:

Som relaxante:
Não há nada mais relaxante do que ouvir o barulhinho de água correndo… Já não é de hoje que os projetos paisagísticos contam com esse santo remédio contra o estresse. Nesta obra, por exemplo, elaborada pelo engenheiro agrônomo e paisagista Guto Ciccarino, o espelho d’água tem duas funções. A primeira, propiciar momentos de calma e sossego; a segunda, embelezar o local. “Inseri também um pergolado de madeira para compor o visual.”
Diversas espécies foram utilizadas no projeto, entre elas: primaveras, hortênsias (Hydrangea macropbylla), moréias bicolores (Dietes bicolor), flores de são miguel (Pétrea subserrata) e begoninhas coloridas (Begonia semperflorens).
Ao redor do espelho d’água, para fazer uma composição com a grama, Guto optou por seixos marrons, cujo tamanho varia entre 3 e 5cm. “Na área do pergolado, utilizei pedriscos brancos para tornar o ambiente mais clean.”
Segundo ele, o local agradou aos proprietários da residência, que costumam receber seus convidados sob o pergolado para desfrutar momentos de lazer. “O contato com a natureza e seus elementos transformaram completamente a vida dos habitantes da casa.

Monday, March 04th, 2013 | Author:

PROFISSIONAL ULTRAPASSA OBSTÁCULOS E IMPLANTA PAISAGISMO

Como em qualquer outra atividade, os profissionais do paisagismo se deparam com muitos desafios. No caso da arquiteta-paisagista Márcia Lima, seu grande teste nesta residência, localizada em Ben-fica, a 100 quilômetros de Belém, foi integrar a piscina ao jardim, pois esta ficou em um nível mais alto em relação ao terreno. “Para solucionar este detalhe, criei floreiras como se estivesse elevando o jardim, e o melhor é que essa integração se deu de maneira harmônica, sem competir com os outros espaços.”
Márcia utilizou espécies de fácil manutenção, como barbas-de-serpente (Liriope muscari), eugênias {Eugenia sprengelü) e diferentes tipos de palmeiras. “Como forração, optei por pedriscos e, no nível mais alto, lantana-cambará”, explica a profissional, que se preocupou em escolher plantas que tivessem diferentes cores e texturas para realizar contrastes. “A iluminação também foi pensada de modo que valorizasse as vegetações de maneira pontual.”
Os moradores da casa são grandes amantes de esportes náuticos, como iatismo, esqui aquático e pesca, além de exercícios aeróbicos. “Todas essas atividades são desenvolvidas em meio à natureza. Próximo ao píer, onde fica a lancha, criei um elemento para esconder a área de serviço, usando toras de madeira macheadas com alpínia”, conta.

Tuesday, November 27th, 2012 | Author:

Para o projeto de iluminação foram utilizadas luminárias do tipo espeto com lâmpada PAR 38, específicas para jardins, permitindo que a luz fosse direcionada conforme o crescimento das espécies e dos diferentes volumes que se formam no jardim. A cada três metros foi instalado um espeto, totalizando oito unidades na área externa. Na parte coberta da área foi mantida apenas a iluminação no teto. Hoje, quem passa pelo corredor do condomínio não consegue ficar indiferente ao charme dos jardins. Uma jardineira suspensa, na qual são cultivadas as russélias, espécie de folhagem rústica, pendente e com flores tubulares de cor vermelha, são visitadas assiduamente por beija-flores. A jardineira elevada permite o desenvolvimento de sua ramagem pendente, formando um belo volume verde e vermelho. Na parte cober-
ta, que recebe luz direta do Sol em alguns horários do dia, foram utilizadas agaves e bromélias junto a pedras grandes e rústicas, criando um cenário árido e estático que contrasta com o movimento das copas dos bambus no plano posterior.

Thursday, November 22nd, 2012 | Author:

Cenário Revitalizado:

O prédio antigo, localizado no bairro paulistano da Bela Vista, passava por reforma para valorizar as áreas comuns do condomínio, e o paisagismo do corredor era considerado prioridade. Contratada para recriar o jardim, a arquiteta e paisagista Juliana Freitas topou o desafio de valorizar esse espaço de 4 m x 15 m, que é uma passagem que se estende por toda a entrada social do edifício e constitui o saguão principal dos moradores para acesso aos elevadores. “Procurei criar um jardim que não confrontasse com as linhas da arquitetura modernista”, diz a paisagista, justificando que as espécies escolhidas têm formatos, cores e volumes diferentes, consideradas ideais para o estilo moderno, além de se adaptarem muito bem ao clima. O paisagismo priorizou a praticidade e a ornamentação, valorizando o espaço com plantas ornamentais, porém resistentes e de fácil manutenção. Assim, foram utilizadas espécies como bambu-mos-sô torto (Phyllostachys edulis), pândano (Pandanus utilis), agave (Agave angustifolia), bromélia-imperial (Alcantarea irnperialis), gravatinha (Chlorophytum comosum), fór-mio-rubro (Phormium tenax sp) e russélia (Russelia equisetiformis). “Fiz uma espécie de cenário para ser visto ao longo de todo o corredor”, destaca Juliana. As antigas jardineiras descobertas em toda a lateral do corredor, no recuo do edifício, já sem flores e terra e em mau estado de conservação, receberam reparos de pedra goiás e pontos de energia para a instalação das luminárias. Segundo a arquiteta, como as jardineiras apresentavam ralos para escoamento da água, não foram necessárias grandes reformas antes da implantação.