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Sunday, September 15th, 2013 | Author:

Combretum fruticosum:
Trepadeira lenhosa e vigorosa, possui folhas bronzeadas quando novas. E bastante utilizada para revestir caramanchões, devido à sua folhagem densa e ornamental.
Origem: Brasil.
Família: Combretaceae.
Luminosidade: sol pleno solo: desenvolvese melhor em solo fértil e bem permeável.
Característica: é bastante tolerante a geadas.
Curiosidade: suas flores são constantemente visitadas por beija-flores.
Multiplicação: por sementes e estacas cortadas no final do inverno

Thursday, September 12th, 2013 | Author:

Euphorbia pulcherrima:
Com folhas membranáceas, que de acordo com o inverno tornam-se mais variegadas e decíduas, o bico-de-papagaio é um arbusto semilenhoso e leitoso que pode chegar a três metros de altura.
Origem: México família: Euphorbiaceae.
Característica: durante o inverno, podem ocorrer diferentes tipos de formação, com possibilidade de serem podadas para formar um conjunto mais compacto.
Curiosidade: é uma planta bastante utilizada em vaso, como planta típica de Natal.
Multiplicação: por estaquia. Deve ser preparada no final do ano.

Sunday, September 08th, 2013 | Author:

Amarílis:

Grupo de herbácea bulbosa. Possui folhagem ornamental que, em alguns casos, desaparece durante o inverno.
Origem: Peru família: Amaryllidaceae curiosidade: os bulbos “congelados” retardam o florescimento, que passa a ser durante o verão cultivo: geralmente são cultivadas em vasos, mas podem ser plantadas a sol pleno tipo de solo: fértil e bem drenável irrigação: deve-se irrigála periodicamente, exceto quando estão para florescer
Multiplicação: por bulbos, os quais devem ser separados da planta-mãe após o desaparecimento da folhagem

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Friday, July 26th, 2013 | Author:

Bico de papagaio:
Euphorbia pulcherrima
Arbusto semilenhoso de folhas membranáceas
Altura: 2 a 3 metros de altura com hastes numerosas.
Cultivo: planta tropical, não tolera geada e suas folhas costumam cair no inverno. Sendo uma euforbiácea, é pouco exigente em quesitos de solo e água.
Flores: amarelas, pequenas e de pouca importância ornamental. Porém, durante o inverno formam-se brácteas vermelhas, algumas vezes brancas, róseas ou amarelas que lembram folhas; estas adornam as pequenas flores amarelas com grande exuberância.
Multiplicação: por estacas, preparadas no final do inverno.
Origem: México.
Outros nomes populares: folha de sangue, poinsétia ou flor-de-páscoa.
Uso: empregada para formação de renques, conjuntos ou plantas isoladas. Pode ser podada para formar ramagem mais compacta.

Monday, July 15th, 2013 | Author:

Orquídeas e Bromélias:
“Que cuidados devo ter para cultivar as espécies mais comuns de orquídeas e bromélias?”
O ideal é adquirir algum conhecimento antes de iniciar o cultivo. Há livros modernos sobre técnicas específicas para orquídeas e também para plantas em geral. Em comum, as duas são plantas bem resistentes à seca, não suportam muita água. Então, jamais use pratos debaixo do vaso!

Saturday, March 16th, 2013 | Author:

ORQUÍDEAS:

Para o cultivo de orquídeas são necessários alguns cuidados. A maior parte delas pode ser plantada em vasos de barro ou plástico e xaxins, que devem ser trocados a cada dois anos. Já a temperatura do local deve estar entre 15 e 25*C. A umidade relativa do ar nunca deve estar abaixo de 30%. Quanto à iluminação, uma planta não deve fazer sombra para outra. O ideal é mantê-las sob uma tela sombrite de 50 a 70%.

Thursday, February 28th, 2013 | Author:

Lantana-cambará:
(Lanterna câmara) Esta espécie se mantém florida durante quase todo o ano, além de ser adequada para a formação de maciços. Costumase utilizála ao longo de muretas, paredes e floreiras, sempre a sol pleno.

Tuesday, November 13th, 2012 | Author:

CAMINHOS FLORIDOS
Flores, frutas e perfumes tomam conta de pequenos corredores de residências, lojas e condomínios

O espaço pode até ser pequeno, mas as possibilidades para trabalhar áreas verdes são muitas e variadas. Uma vez constatadas as condições de luminosidade, temperatura e ventilação, o que determina o sucesso dos jardins em corredores é a criatividade de quem projeta e executa. Alguns paisagistas chegam até sentir um gostinho especial quando se deparam com o desafio de compor um jardim em áreas desse tipo. “E gratificante ver o cliente se surpreendendo com a transformação de espaços pequenos e estreitos”, diz a paisagista Marilda Scodeller Godinho, de São Paulo. Para a arquiteta e paisagista Juliana Freitas, os cuidados ao implantar jardins em corredores referem-se à escolha das espécies. “Aquelas com raízes agressivas poderão danificar impermeabilizações, tubulações, pisos e acabamentos”, explica, acrescentando que plantas de copas volumosas, que sufocam as vegetações menores ou criam espaços de sombra, devem ser evitadas em locais estreitos. Cinco projetos comprovam que é possível aproveitar todos os espaços ociosos, ainda que diminutos – especialmente os de passagem, como corredores -, para formar preciosos jardins de características diversas. Com muita criatividade, cada profissional exemplifica, a seu modo, como desenvolver ambientes aconchegantes que distribuem aromas, cores e frutos, atraindo pássaros e garantindo a sensação de bem-estar para quem os usufrui.

Saturday, September 01st, 2012 | Author:

(Chrysanth em um parthenium) O chá das flores são deliciosos e um excelente calmante. Na dermatologia pode ser utilizada tanto para eliminar furúnculos como para clarear manchas.

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Saturday, November 12th, 2011 | Author:

ALISSO: eis uma flor rasteira que suporta bem as geadas. Também chamada de pingo-de mel devido a sua fragrância, a Lobuloria marítimo dá anualmente minúsculas flores brancas em buquês, desde que esteja plantada em solo rico e bem drenado.