Arquivado em la Categoría » Jardin des plantes «

Tuesday, March 12th, 2013 | Author:

A solução encontrada pelas paisagistas Vera Simoni Guedes, Luciana Ximenes e Margareth Menezes para criar algo diferente nesta área, localizada na parte lateral de uma casa, foi a fusão entre o canteiro e o jardim vertical.
As profissionais explicam que o muro de filito já existia desde o início da obra, com a finalidade de integrar o jardim. “Os proprietários queriam algo leve, de fácil manutenção e que quebrasse um pouco a rigidez do muro.”
Com esta idéia, Vera, Luciana e Margareth valorizaram a parede com diversos vasos de orquídeas, sendo que algumas vieram da coleção do dono da residência. “Nosso cliente tem uma verdadeira adoração por esta planta. Sendo assim, não poderia faltar em hipótese alguma”, contam.
No pé do muro, onde se formou o canteiro, foram utilizadas crassulas (Crassula argentea). Por ser um local de passagem, foi estritamente necessário criar uma iluminação adequada, tanto para iluminar o caminho, quanto para destacar as espécies. “Conseguimos criar uma perfeita integração entre o natural, a escolha das plantas e a arquitetura da casa.”

Thursday, July 28th, 2011 | Author:

O espaço do inovador chuveiro da piscina acumula também a função de regar os papiros. A estrutura é composta por três postes de eucalipto autoclavado, com 3 m de altura. Desses, 50 cm estão chumbados no chão. Um cano passa no meio dos três eucaliptos e leva a água até o chuveiro. Com a solução, os elementos que compõem o chuveiro ficaram sutis.
No começo, as cordas de sisal que dão acabamento aos postes destoavam do conjunto devido à sua cor branca. Mas, com o tempo, o tom ficou mais parecido com o da madeira.
Foram plantadas três mudas de Cyperus papyrus com 1,80 m cada. Depois de um tempo, elas formaram novas touceiras. A forração ao lado é de seixo rolado e a escada, de lajâo Pirinópolis apicoado. A dona da casa aproveita os papiros para fazer ikebanas e decorar a casa.

Tuesday, July 26th, 2011 | Author:

Há três tipos de papiro, com portes diferentes.
Detalhe do Cyperus involucratus plantado ao lado de uma cascata.
O lugar ideal para se cultivar o papiro é sempre próximo à água. “Eles gostam de lugares alagados, brejosos e úmidos”, explica o engenheiro agrônomo André Bailone. Canteiros longe de pontos de água, por sua vez, não são recomendados pois em ambientes secos, o papiro não se desenvolve bem. Um jeito de burlar essa limitação é adaptar o canteiro para receber regas freqüentes, como fez a paisagista Cláudia Pellicano. Ela plantou papiros ao lado de um chuveiro (veja foto na página 20) e, a cada banho dos usuários da piscina, o canteiro também é regado.
Se a idéia for plantar o papiro em vaso.
mas não houver como deixá-lo submerso na água, Bailone tem uma sugestão: “Coloque o vaso dentro de um recipiente cheio d’água para que a planta absorva esta água por capilaridade. Só tome o cuidado de reciclar a água diariamente para evitar a proliferação de larvas da dengue”. Aliás, não é só de água que o papiro gosta. A planta também deve ser cultivada sob sol pleno, situação que proíbe sua colocação dentro de casa, por mais bonita que possa ficar.
Cânovas explica que o papiro-do-egito é uma planta que. por conta de sua origem, precisa de muito sol orgânica. “A espécie crescia em regiões como o Nilo, que inundam, deixando para trás restos de folhas e muitas outras matérias orgânicas”, explica. Já o sol ajuda a fortalecer a haste. Geralmente, o papiro se desenvolve melhor em regiões de clima quente. Ventos fortes e quedas de temperatura prejudicam a espécie.
Há três tipos mais conhecidos de papiro: o Cyperus papyrus (com colmos de 1 a 3 m), o Cyperus involucratus (com colmos cilíndricos de 0,5 a 1,5 m) e o Cyperus papyrus ‘Nana’ (com colmos menores de até 70 cm). Todos são originários da África, em especial do Egito. Curiosamente, Bailone diz que o Brasil tem o Cyperus giganteus no pantanal do Mato.

Sunday, July 24th, 2011 | Author:

Nos dias atuais, o papiro como forma de registro tornou-se ultrapassado, mas a planta ainda é usada na nobre tarefa de embelezar os jardins. Os paisagistas são unânimes em elogiar a beleza da espécie aquática que realça ambientes próximos a lagos ou espelhos d’água. “Em jardineiras livres no meio de lagos ou espelhos d’água, o papiro cresce para todos os lados, proporcionando um efeito ‘ marcante”, diz o engenheiro agrônomo e paisagista Mauro Barros.
Com altura media de dois a três metros, o papiro-do-egito chama a atenção por sua cabeleira de 25 centímetros com aparência de “pom-pom”. No seu miolo, há um conjunto de flores quase imperceptíveis, com caráter ornamental secundário. O paisagista Raul Cânovas diz que a beleza da planta está mais na sua estrutura diferenciada, sem troncos, galhos ou flores
aparentes. “Papiros são ótimos para áreas externas. Em Bali por exemplo, eles são utilizados em vasos submersos na água”, diz Cânovas.
A cabeleira com aparência de “pom-pom” do papiro-do-egito cria uma interessante textura nos jardins aquáticos.

Friday, July 22nd, 2011 | Author:

Planta dos faraós.
Histórias e dicas de cultivo do papiro, espécie presente nos jardins desde a antigüidade.
Talvez pouca gente saiba, mas alguns dos mais antigos jardins surgiram com as civilizações que habitavam as margens de rios como o Nilo, no Egito. De lá tem-se notícias de plantações de papiro-do-egito (Cyperus papyrus), usadas, como denuncia o nome, para a confecção do papiro, o precursor do papel moderno. O papiro era criado a partir da retirada de tiras dos colmos, caules peculiares a determinadas plantas. Depois era compensado, polido com óleo  e posto para secar. Graças a esses pergaminhos, textos antigos foram conservados por milênios e ainda hoje podem ser estudados.
Devido às suas características aquáticas, o papiro desenvolve-se melhor à beira de lagos e espelhos dágua.

Saturday, April 17th, 2010 | Author:

Jardim orquideas

Jardim orquideas. O Orchid Comittee, formado em 1889, foi, e ainda, é autorizado a recomendar ao conselho da RHS que a uma planta colocada diante dele para avaliação fosse outorgada, em ordem de importância, uma PC (Pre-liminary Commendation – Comenda Preliminar), um AM (Award of Merit – Prêmio por Mérito) ou um FCC (First Class Certificate – Certificado de Primeira Classe).

Sunday, November 01st, 2009 | Author:

Residencial jardins

O disco das cores, no fundo, nada mais é que o espectro de cores do arco-íris arranjado de forma circular. No centro do disco estão as cores primárias (amarelo, azul e pink), intercaladas pelas cores ditas secundárias (verde, violeta e vermelho). Estas últimas são chamadas secundárias, por serem resultado da combinação de parte iguais de duas primárias. Assim, o verde é resultado da combinação de partes iguais de amarelo e azul.

Saturday, October 31st, 2009 | Author:

Jardins japoneses

Os jardins japoneses são um bom exemplo do esquema de cores complementares diametralmente opostas no Disco. O resultado é um grande impacto visual.
Num jardim de cores análogas, na foto mais à esquerda, se usa o verde e mais duas ou três cores vizinhas entre si no Disco de Cores. O resultado é vivido e brilhante…

Friday, October 30th, 2009 | Author:

Jardins residenciais fotos

No jardim não é diferente. Daí a importância de se conhecer alguma coisa sobre o Disco das Cores, base de toda e qualquer combinação de bom gosto, ainda que inconsciente.

Thursday, October 29th, 2009 | Author:

Fotos de jardins residenciais

Fotos de jardins residenciais
Combinação de cores é um problema sério. Um problema com o qual a maioria das pessoas se depara todos os dias, até na hora de se vestir. Dependendo das cores utilizadas, o efeito pode ser suave e repou-sante, atraente e agradável, ou tão chocante que “machuque os olhos”.