Os jardins japoneses são um bom exemplo do uso dessa técnica. Inclusive, se você se lembra, eles usam particularmente o verde predominante e apenas o vermelho (diametralmente oposta ao verde no Disco) ou, às vezes, o pink. O que resulta daí, é um grande impacto visual.
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Todavia, como as combinações (porcentagem usada de cada cor na mistura) são quase infinitas, o terceiro e último raio do Disco, o externo, tenta mostrar as muitas nuances destas combinações.
Agora, que você já conhece um pouco mais sobre a teoria das cores, voltemos ao jardim. Como já vimos em edições anteriores, os jardins podem ser monocromáticos (predomínio de uma única cor) ou policromáticos.
O violeta é resultado da combinação de azul e pink. E o vermelho decorre da combinação de partes iguais de pink e amarelo. No raio intermediário do Disco estão as cores ter-ciárias, que se originam da mistura de uma cor primária com uma secundária. Por exemplo, o amarelo-limão, que decorre da mistura de amarelo e verde.
O disco das cores, no fundo, nada mais é que o espectro de cores do arco-íris arranjado de forma circular. No centro do disco estão as cores primárias (amarelo, azul e pink), intercaladas pelas cores ditas secundárias (verde, violeta e vermelho). Estas últimas são chamadas secundárias, por serem resultado da combinação de parte iguais de duas primárias. Assim, o verde é resultado da combinação de partes iguais de amarelo e azul.
Os jardins japoneses são um bom exemplo do esquema de cores complementares diametralmente opostas no Disco. O resultado é um grande impacto visual.
Num jardim de cores análogas, na foto mais à esquerda, se usa o verde e mais duas ou três cores vizinhas entre si no Disco de Cores. O resultado é vivido e brilhante…






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