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Tuesday, July 06th, 2010 | Author:

Sophronitis cernua mineira

Sophronitis cernua mineira.
Espécie anã e rasteira, formando muitas vezes grandes touceiras sobre árvores e rochas. Pseudobulbos curtos e cilíndricos com uma única folha oval e espessa de cor verde ou acinzentada. Inflorescência com três a cinco flores de 1,5 cm de diâmetro de cor vermelho-vivo. Vegeta sobre rochas em pleno sol, principalmente em Minas Gerais. Elas são epífitas em São Paulo e Espírito Santo e vegetam em uma altitude entre 700 e 900 metros. A variedade endsfeldzii, classificada por Guido Pabst, tem pétalas e sépalas de cor amarelo-limão. Floresce em abril e maio.

Monday, July 05th, 2010 | Author:

Sophronitis coccinea

Hadrolaelia coccinea (ex Sophronitis coccinea)
Pequena e importante espécie que vive em matas ralas e ensolaradas no espigão de toda a Serra do Mar (Mata Atlântica), do Espírito Santo ao Rio Grande do Sul, em locais bem úmidos, entre densas neblinas, numa altitude entre 600 e 1.500 metros. Planta com pseudobulbos de dois cm de altura, cilíndricos e fusiformes bem alongados, portando uma única folha estreita de cor verde-escuro com uma listra marrom no centro. Flores de até quatro cm de diâmetro com pétalas e sépalas redondas de cor vermelho-escarlate-brilhante que transmite para seus híbridos – daí sua grande importância. Floresce em agosto e setembro.
Sophronitis: gênero classificado por Lindley, em 1828. Nome deriva do grego “Sophron” (modesta), e é o diminutivo de Sophronia, outro gênero de orquídeas. Encontra-se na subtribo Laelieae. Gênero apresenta poucas espécies, como coccinea, matiqueirae, cernua, brevipedunculata e wittigiana, vivendo em matas úmidas e lugares com muita luminosidade, no Brasil, Argentina e Paraguai.

Sunday, July 04th, 2010 | Author:

Rodriguezia venusta

Rodriguezia venusta.
Espécie que vive nas matas do litoral brasileiro, de Pernambuco ao Rio Grande do Sul. Pseudobul-bos compridos sustentando duas a três folhas estreitas e coriáceas de 15 cm de comprimento a de cor verde-claro. Flores muito perfumadas que formam graciosos racimos recurvados. Pétalas e sépalas de cor branco-leitosa, labelo bem encrespado dotado de mácula amarela. É altamente decorativa. Floresce em outubro e novembro.
Rodriguezia: gênero classificado por Ruiz e Pavón, em 1794. Nome dado em homenagem a Manoel Rodrigues, botânico espanhol e contemporâneo dos exploradores Ruiz e Pavón. Encontra-se na subfamília Yonopsideae. Gênero de pequenas plantas que vegetam da Costa Rica até o Brasil e o Peru. Tem 30 espécies e são epífitas.

Saturday, July 03rd, 2010 | Author:

Oncidium nanum

Oncidium nanum.
Espécie da Hiléia Amazônica, sem pseudobulbos cujas folhas nascem diretamente do rizoma e medem de 10 a 20 cm de altura por cinco cm de largura. Têm consistência carnosa e cor verde-escuro pintalgadas de marrom-bronzea-do. Inflorescências de 15 cm pendentes e densamente floridas. Flores de dois cm de diâmetro na cor amarelo-forte maculados de castanho. Labelo trilobado e pequeno. Vegeta numa altitude entre 100 e 300 metros, sempre próximas a rios ou banhados. Floresce na primavera.
Oncidium: gênero classificado por Swartz, em 1800. Nome deriva do grego “Onkos”, diminutivo de tumor, em razão da calosidade que aparece no labelo de suas flores. Encontra-se na subtribo Oncidieae.
Gênero com 750 espécies, basicamente epífitas. Vegetam em toda a América, da Flórida até a Argentina. A maioria de suas flores é de cor amarela ou marrom.

Friday, July 02nd, 2010 | Author:

Octomeria juncifolia

Octomeria juncifolia.
Delicada espécie que vegeta em matas sombrias numa altitude entre 300 e 600 metros. Pseudobulbos têm aspecto de pedúnculo com 10 cm de altura sustentando folha cilíndrica e acuminada de 40 cm de comprimento. Panícula floral que surge, por diversos anos, nos módulos de brácteas na base da lâmina foliar ou extremidade do caule secundário. Flores pequenas, de um cm de diâmetro, estreladas de cor amarelo-ouro-brilhante. No labelo aparece uma pequena pinta vermelha. Floresce na primavera.
Octomeria: gênero classificado por R. Brown e Ailton, em 1813. Encontra-se na subtribo Pleurothallidae, nome derivado do grego “Octo” (oito) e “Meros”, parte em alusão às oito políneas de suas flores.

Wednesday, June 30th, 2010 | Author:

Sophronitis cernua litorânea

Sophronitis cernua litorânea.
Esta espécie tem suas plantas mais agarradas ao tronco das árvores hospitaleiras. Folhas maiores que as anteriores e de cor cinza-bronze-adas. Vegetam sobre árvores e ficam totalmente expostas ao sol. Flores de dois cm de diâmetro, bastante estreladas e pontudas. Florescem em agosto e setembro.
Suas flores variam bastante de coloração, indo do verme-Iho-carmesim ao abóbora e vermelho-amarelado.

Tuesday, June 29th, 2010 | Author:

Pleurothallis strupifolia

Pleurothallis strupifolia.
Curiosa, a exótica espécie não possui pseudobulbos e tem rizoma rastejante. Folhas de 40 cm de comprimento, lineares coriáceas parecendo pequenas correntes. Racimos florais de 10 cm de comprimento que surgem da base das folhas. Flores de um cm com sépala dorsal rosa com estrias marrom-lilás que se viram para trás. Sépalas quase fundidas também marrom-lilás. Vegeta numa altitude entre 300 e 600 metros em matas claras. Floresce na primavera.
Pleurotallis: gênero classificado por R. Brown e Ailton, em 1813. Seu nome deriva do grego “Pleuron (costelas) e “Tallos” (broto), em alusão às suas plantas. Encontra-se na subtribo Pleurothalliedeae e suas flores têm quatro políneas.
Gênero da América tropical, epífita ou rupícola com mil espécies conhecidas. O porte de suas plantas vai de meio centímetro até 70. Microorquídea com algumas plantas muito decorativas.