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Thursday, September 05th, 2013 | Author:

Área de lazer:
Buxinhos (Buxus sempervirens) e pingos-de-ouro (Duranta repens) trabalhados com a técnica da to-piaria dividem a piscina do deque, localizado em uma área superior. Nele, apenas três vasos, uma mesa e quatro cadeiras, dispostas sob um grande ombrelone azul e branco. Dois degraus levam à área da piscina, em cujo entorno também foram dispostas poucas espécies. Aqui, a funcionalidade do paisagismo foi explorada. Buxinhos fazem uma espécie de cortina e obstruem a visão de quem está do lado de fora. Ou seja, é possível curtir um dia ensolarado com a privacidade devidamente garantida.
A piscina termina em um corredor que liga a entrada da sala de estar ao acesso à varanda, de onde se pode admirar a piscina e o deque. O corredor é delimitado por seis bambus-mossôs (Phyllostachys pu-bescens), três em cada lado. “Eles dão movimento ao projeto e realçam a arquitetura”, resume Faisal.

Monday, September 02nd, 2013 | Author:

ARQUITETURA E PAISAGISMO DE MÃOS DADAS:
EIS A IDÉIA QUE NORTEOU ESTE PROJETO SIMPLES, SEM SER SIMPLISTA.
Moderno, contemporâneo e minimalista. São esses os adjetivos que o paisagista Marcelo Faisal usa para definir este projeto, realizado em uma residência no Morumbi, em São Paulo. Para ele, o jardim está em sintonia com a arquitetura e, apesar de simples, é recheado de detalhes que, no conjunto, o enriquecem.
O estilo da residência é moderno, com o uso de linhas retas e limpas. E o paisagismo seguiu esta tendência. “Destaquei as formas geométricas e esculturais das espécies, como o pandano”, conta Faisal.
Do lado de fora da casa, já é possível perceber o paisagismo aliado à arquitetura. Todo o muro é revestido com a trepadeira falsa-vinha (Parthenoassus tricuspidata). Tratase de uma espécie mais delicada que a hera (Hedera belix). “Ela não esconde a cor do muro e. assim, não entra em choque com a arquitetura”, explica Do lado interno, um dos locais mais desenvolvidos pelo paisagismo foi o espaço próximo à piscina.

Monday, August 26th, 2013 | Author:

UNIÃO DE SUCESSO ENTRE PAISAGISMO E ARQUITETURA:
Construída em uma área de 1500m2, esta casa, localizada em um bairro nobre de Belo Horizonte, é considerada uma das mais bonitas da região, devido ao seu estilo colonial americano. Além da arquitetura, o jardim também é fundamental para o sucesso do conjunto.
De acordo com as paisagistas responsáveis pelo projeto, os proprietários desejavam uma área verde limpa, de fácil manutenção e que seguisse o estilo da casa. “Além disso, tivemos o cuidado de formar um espaçoso jardim que também emoldurasse a casa.”
Fatores como sol, vento, espécies adequadas e o estilo da arquitetura foram alguns dos itens estudados antes da execução do projeto. “Apesar de todos esses cuidados, não deixamos de priorizar o gosto dos nossos clientes, desde que fosse viável”, explicam as profissionais que, além do imenso gramado, utilizaram basicamente kaisucas (Juniperus chinensis “Kaizuka”) e azaléias (Rhododendron simsii) para compor o espaço, além de plantas características do estilo europeu.
“Nossos clientes nos deixaram bem à vontade para trabalhar. Com isso, conseguimos corresponder a todas as expectativas.”

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Wednesday, August 21st, 2013 | Author:

Leveza e modernidade:

Situada em Barbacena, a 200 quilômetros de Belo Horizonte, esta casa passou por uma grande transformação. A aparência antiquada deu lugar a um visual moderno, com uma fachada sem muros que se integrou totalmente à rua.
As paisagistas Vera Simoni Guedes, Luciana Ximenes e Margareth Menezes Cortez foram contratadas para executar um jardim belo, moderno e que fosse de fácil manutenção. “Os proprietários também queriam que ele valorizasse ainda mais a arquitetura da casa.”
Após todo o planejamento e estudo da área, foram escolhidas as espécies: cicas (Cycas revoluta), moréias (Dietes bicolor), azaléias (podadas em forma de guarda-chuva) e jasmins-do-imperador {Osmanthus fra-grans). “Próximo à bay-windov, fizemos uma compo-
sição com murta e azaléia branca, formando assim uma cerca viva em dois níveis, proporcionando um resultado maravilhoso”, explicam.
A iluminação também foi projetada pelas paisagistas, para que valorizasse o jardim no período noturno. O grande destaque, contudo, ficou por conta da calçada. “Mesclamos a grama com o piso da passagem, feito de lajões de pedra Ouro Preto, bastante usado em Minas Gerais. Dispostas irregularmente, promoveram leveza à composição.”

Tuesday, August 13th, 2013 | Author:

PAISAGISMO É O GRANDE DIFERENCIAL DA COBERTURA TRÍPLEX:

Antes de se executar um projeto paisagístico, é preciso ficar atento a alguns detalhes. Muitos locais necessitam de significativas transformações para que a construção de um jardim seja bem-sucedida. No caso desta cobertura tríplex, localizada em São Paulo, a paisagista responsável pela obra, Ivani Kubo, fez uma pequena reforma antes da inserção do jardim. “Comecei pela troca de uma piscina por um spa com deque, uma churrasqueira e um chuveirão”, explica.
Ivani também fez a montagem de todos os jardins e a previsão de torneiras para os três níveis do apartamento, além dos pontos de luz. “Um dos diferenciais é o sistema de irrigação automatizada por gotejamento. É uma excelente alternativa para as pessoas que passam o dia todo fora e não dispõem de muito tempo para regálas.”
No terceiro andar, o deque de madeira já existia e foi apenas restaurado. A paisagista aproveitou para dar vida ao local, recortando as tábuas em linhas curvilíneas para montar os jardins suspensos em pedras naturais. “Os locais que receberam esse tipo de jardim foram impermeabilizados. Para a drenagem, utilizei tela nos ralos, argila expandida, manta bidin e terra misturada”, explica.
Com relação às espécies do terceiro andar, a profissional optou por plantas resistentes a fortes ventos e luz solar direta, como gerânios (Pelar-gonium peltatum), rabos-de-gato (Acalypha reptans), fórmios (Phormium tenax), azaléias-dobradas (Rbododendron simsií), moréias (Dietes iridioides), pinheiros-budistas (Podocarpus macropbyllus), bambus-mossôs (Phyllos-tacbys pubescens), bambus-de-jardim (bambusa gracilis) e murtas {Eugenia sprengelii). “Elas cobriram as pastilhas que revestem o prédio e proporcionaram frescor a este andar, que se tornou uma extensão da área do spa. Em dias de festa, algumas mesas são dispostas neste local”.

Friday, June 07th, 2013 | Author:

Reposição de energia:
De todos os aconchegantes espaços reservados para o verde, um tem valor especial. Concebido em um dos níveis mais altos da propriedade, o jardim garante momentos de tranqüilidade e contemplação. A localização, de acordo com Abbud, atende aos desejos do proprietário de possuir um jardim privativo. “Um local de uso exclusivo do casal”.
Em meio a espécies como bambu-mosso (Phyllosta-chys pubecens), cicas (Cycas revoluta), ligustro arbustivo (Ligustrum sp.), tamareira de jardim (Phoenix roebelenii), palmeiras e fórmios (Phorrnium sp.), o banco de madeira se destaca como um convite permanente ao descanso. Posicionado estrategicamente no centro da área e sobre o caminho de pedras, permite um contato íntimo e relaxante com a natureza – um espaço ideal para repor as energias no final de uma tarde, de onde, com a proteção da mata, é possível ver ao longe os arranha-céus de São Paulo.

Tuesday, May 28th, 2013 | Author:

Aqui quem manda é o verde:
Projeto de Benedito Abbud na Serra da Cantareira integra tonalidades de verde em volta da mata nativa.

Já não é novidade que a capital paulista reserva muitas surpresas aos amantes do verde. Bem próxima do cenário de concreto da metrópole, a Serra da Cantareira mantém um trecho de um dos ecossistemas mais fascinantes do planeta – a Mata Atlântica – que resiste graças à criação de uma unidade de conservação na área. Nesta casa de 900 m2, o arquiteto e paisagista Benedito Abbud criou nuances de verde nos jardins, marcadas apenas por pequenos pontos coloridos, garantidos pelo cultivo de flores vermelhas no espaço. O autor explica que o vermelho, além de pontuar, cria um atrativo a mais.
Para proporcionar uma perfeita integração dos ambientes internos e externos – desejo dos proprietários -, o paisagismo acompanha as linhas contemporâneas da arquitetura que oferece muitas janelas e paredes de vidro, capturando o visual dos jardins e da área de lazer para dentro da residência. A iluminação artificial dos jardins é mínima e aparece somente em locais específicos, como, por exemplo, na entrada da casa e nas plantas escultóricas. “Isso porque a iluminação do ambiente interno vaza para o exterior por meio dos vidros e ilumina o conjunto”, justifica Abbud.

Uma das particularidades do projeto é o aproveitamento total do terreno, com jardins de diferentes níveis que desenham curvas ao longo de toda a propriedade. O charme fica por conta dos caminhos de pedras e ambientes de estar, dispostos em pontos estratégicos – seja para desfrutar da piscina, admirar o espelho dágua com cascatas ou mesmo apenas para contemplar o visual da cidade. Com estudos iniciais desenvolvidos em conjunto com a arquitetura, o projeto paisagístico manteve algumas árvores nativas da Serra da Cantareira e novas espécies foram introduzidas para aumentar o número e a quantidade de espécies. Para não destoar da vegetação típica e, ao mesmo tempo, ampliar as linhas divisórias da propriedade, as escolhas incluíram certas variedades de palmeiras-pinangas (Pinanga coronata) e ráfis (Rhapis excelsa), além de ixoras (Ixora chinensis), bromélias-imperiais (Alcantarea imperialis) e ciclantus (Cyclantus sp.). Segundo Abbud, nos jardins se destaca a mescla de diversas espécies vegetais, com formas, tamanhos e texturas diferentes, mas todas em tons verdes, já que esta é a cor que identifica todo o projeto. “O resultado é uma paisagem sem limites, com excelente conforto visual para aqueles que contemplam a cidade de São Paulo do alto da Cantareira”, diz o experiente profissional.

Thursday, May 23rd, 2013 | Author:

A floresta dentro da sala:

Pequenos espaços constituem a realidade de quem vive nos grandes centros urbanos. Mas isso não significa que a vegetação precisa ser pobre. Com uma boa dose de criatividade e conhecimento ce-nográfico, um paisagista pode tudo. Que o diga Raul Cânovas, que transformou um corredor de apenas 12 m x 1,80 m em um cenário de Mata Atlântica.
“A idéia era dissimular o muro e também a área de serviço da casa vizinha”, conta o paisagista, que trabalhou texturas e tonalidades para dar a sensação de profundidade, utilizando a técnica de ilusão de ótica. Assim, tons de verde-escuro aparecem encostados à parede, enquanto os de verde-claro são vistos em primeiro plano, fazendo o jardim crescer.
Da sala da propriedade se tem a melhor vista. Por isso, foram utilizados troncos de eucaliptos de diferentes diâmetros e com alturas superiores a cinco metros. Ao olhar o jardim através das janelas tem-se a sensação de estar em frente a uma floresta tropical, com árvores e plantas típicas. “Quem está na sala só enxerga a profundidade, não a altura”, explica Cânovas, que revestiu os troncos com trepadeiras, bromélias e orquídeas para garantir o visual de bosque. Entre a vegetação tropical que forma o jardim, destacam-se espécies como sa-mambaiaçu (Dicksonia sellowiand), costela-de-adão (Monstera deliciosa), palmeiras (Carpentaria acuminata e Chamaedorea erumpens), filodendros (Philodendron ou “Golden Erubescens”) e ripsális (Rhip-salis baccifera). O piso foi feito com pedra mineira, que, por conta da cor areia-clara, garante luminosidade ao espaço.

Thursday, April 25th, 2013 | Author:

O jardim desta Casa no Morumbi, em São Paulo, tem cerca de dois anos. Apesar de algumas espécies ainda estarem se desenvolvendo, é possível perceber o espaço que ele apresenta para circulação. Com poucas plantas, o ambiente valoriza a individualidade de cada uma, respeita seu espaço de desenvolvimento e permite, assim, o bom uso do jardim. Outro elemento que ajuda na circulação é o pedrisco, complemento bonito e bastante útil.

Característica marcante no trabalho de Marcelo Faisal, arquiteto-paisagista que concebeu este projeto, a baixa manutenção das espécies também foi um ponto de partida importante. O objetivo de Faisal era que o jardim se mantivesse praticamente sozinho.
Assim, usou espécies como as palmeiras-neodipsis na área da piscina, indicadas por não soltar muita folha, facilitando a manutenção. Além disso, as palmeiras trazem imponência e privacidade à casa, ao mesmo tempo que não fecham a vista totalmente, permitindo maior claridade, circulação do ar etc. A helicônia também foi colocada por não perder muitas folhas. Entre elas, a piscina é o elemento central e valoriza o paisagismo como um todo.

Muitos detalhes foram implantados, cada um com seu significado especial. Próximo à piscina, um junípero-chinês podado como um bonsai funciona como uma bela escultura.
Uma rede entre as palmeiras foi estrategicamente colocada para privilegiar o desfrute do espaço. O fórmio, há muito uma planta constante nas composições do paisagista, se destaca pela sua forma estética. E as espirais, abertas ou fechadas, energizam e trazem bons fluidos.
Os níveis que formam o jardim garantem movimento e surpresa, que podem ser apreciados seguindo-se pelos caminhos de pedras e dormentes, tudo envolto pelo extenso verde do gramado, recurso ideal para a amplidão da área.

Thursday, April 18th, 2013 | Author:

Para criar o ambiente desejado, o arquiteto-paisagista Marcelo Novaes construiu tranqüilizantes quedas d’água, com início na parede de fuget ao fundo, através de quatro bicas de ferro oxidado.
Estas bicas alimentam o espelho d’água principal, onde se encontra o busto de bronze do fundador da empresa, esculpido pelo artista português Santos Lopes.