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Thursday, September 13th, 2012 | Author:

Riscala construiu a piscina num tom levemente esverdeado, com borda de mármore. O piso ao redor é todo em tijolo. Ele desenhou a churrasqueira no mesmo ambiente da sala de jantar e de visitas, o que acabou se tornando um grande salão. Por estarem expostos ao sol e à chuva, todos os materiais externos exigem manutenção freqüente.
Como o terreno é cercado por uma mata nativa abundante, Riscala manteve as plantas que estavam na área da piscina e acrescentou outras poucas, formando uma moldura verde para o azul da piscina, centro de todas as atenções.

Sunday, July 29th, 2012 | Author:

Com 400 m2 , esta residência tem a sua frente uma área verde de aproximadamente 15 mil m2! Construída em um condomínio na Granja Viana, próximo a São Paulo, pertence a um casal com idade entre 25 e 30 anos, que planejam ter dois filhos. O que eles buscavam? Qualidade de vida e natureza dentro de casa. A partir daí, o arquiteto Beto Madureira criou todo o paisagismo, transformando os sonhos da família em realidade.

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Monday, July 09th, 2012 | Author:

Por falar nisso, na sua opinião, como está o ensino de paisagismo no Brasil?

Ele ainda é muito deficiente. Para formar realmente arquitetos-paisagistas, precisamos de um curso específico de graduação em Arquitetura Paisagística. Acho até que ele deveria estar ligado ao núcleo de Arquitetura e Planejamento Urbano, porque a concepção dos espaços está intrinsecamente ligada à arquitetura e ao planejamento urbano. E lógico que são necessários subsídios também de outras áreas, como Agronomia, Botânica e Geografia; é preciso pensar nessa multidisciplinaridade. Talvez seja o caso do aluno ter, dentro da Faculdade de Arquitetura, dois anos de básico e depois algo mais específico, em que venham as disciplinas de outras áreas. O fato é que não podemos escapar desse tipo de formação. Nos países onde a arquitetura paisagística está muito desenvolvida, já existe a graduação em paisagismo.
A falta desta formação específica dá hoje margem a muitas disputas entre profissionais de diversas áreas. Além disso, o caminho para o paisagismo é muito tortuoso. O aluno tem que ficar buscando complementações, como cursos, palestras, workshóps, é muito mais difícil. Para auxiliar neste processo, a ABAP (Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas) costuma fazer sessões técnicas, em que um arquiteto-paisagista apresenta o seu trabalho para os colegas, fala de sua metodologia, de suas dificuldades em relação aos clientes, fornecedores, como apresenta o trabalho, como se aproveita da questão digital no escritório, o uso do computador… Essa vivência entre profissionais é fundamental, porque cada um tem uma abordagem, um olhar diferente. Engraçado a gente pensar numa profissão que ainda é relativamente nova no Brasil e que já tem especialidades, mas com a arquitetura paisagística é assim, temos escritórios com perfis muito diferentes.

“AINDA NÃO EXISTE EM NOSSO PAÍS A CONSCIÊNCIA CLARA DA NECESSIDADE DE SE TRABALHAR A PAISAGEM DAS CIDADES”

Saturday, July 07th, 2012 | Author:

Conte um pouco de sua trajetória, desde a formação acadêmica até a entrada no mercado de arquitetura-paisagística.
Cecília Gorski – Fiz Arquitetura no Mackenzie e me formei em 1976. Na faculdade, a Rosa Kliass foi a minha professora de Paisagismo, que na época tinha dois assistentes: ojamil Kfouri e o Marcelo Botter Martinez, dois ótimos profissionais. Nesse sentido, a minha turma foi privilegiada, porque realmente eram profissionais excelentes. Mas as aulas de paisagismo aconteceram apenas no quinto ano, o que é um problema, deveriam começar muito antes.
Naquela época, estava no auge o planejamento urbano, era uma área muito bem vista, e então fui estagiar no escritório do Cândido Malta Campos. Nunca tinha pensado em trabalhar com paisagismo. Quando me formei, um profissional saiu- do escritório da Rosa e ela me chamou pra trabalhar. Fui a título de experiência, pra ver o que ia dar. E nunca mais saí dessa área. Até acabei fazendo alguns trabalhos de arquitetura pelo meio do caminho, como a reforma do MAC – Museu de Arte Contemporânea – na USP, no ano de 2000, mas a maior parte do tempo estou mesmo é trabalhando com paisagismo.
Como se vê, a formação específica em paisagismo vai se dando ao longo do nosso trajeto, porque na faculdade o aluno tem apenas um ano de Arquitetura Paisagística, o que não é suficiente.

“Nos países onde a arquitetura paisagística está muito desenvolvida, há algum tempo já existe a graduação em paisagismo”

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Tuesday, July 03rd, 2012 | Author:

O gosto pela arte talvez a tenha levado á preferência pelos playgrounds e espacos de lazer, que vem predominando nos trabalhos de Cecília Gorski. Mas ela não se acomoda e vai a regiões diferentes para aprender sempre mais com a natureza, sua matéria-prima por excelencia.

Especializados em arquitetura de lazer, concebem espacos criativos, lúdicos e inovadores. E ainda se arriscam em projetos de arquitetura e paisagismo em diferentes regioes do Brasil, com espécies vegetais locais, o que os faz aprender novas realidades a cada obra realizada.

Sunday, July 01st, 2012 | Author:


Um projeto inovador promete reforçar o conceito de Curitiba como a Capital Ecológica. Utilizar materiais reciclados, manter atitudes ecologicamente corretas e buscar soluções para preservar a natureza é o alvo de um projeto, que foi colocado em prática na MovCon’2000 – Feira de Móveis, Decoração, Construção Civil e jardinagem
A Casa Ecológica ocupou uma área de 144 metros quadrados e contou com sala e cozinha integradas, quarto, banheiro e jardim, dentro do pavilhão de exposições Expo Trade, em Pinhais, região metropolitana de Curitiba. Todos os móveis e materiais utilizados seguiram o conceito dos 3R’s: Reduzir, Reutilizar e Reciclar.
A casa foi construída com madeiras de demolição e reflorestamento, fibras naturais, placas para captação de energia solar e produtos recicláveis. Seu grande diferencial, porém, é que ele tentou fugir do estilo ‘sucata’, logo lembrado quando se trata de reciclagem de materiais. Voltado para um público que tem como filosofia de vida a preocupação com o ecossistema, o espaço não abriu mão do conforto, bom gosto e tecnologia.
O projeto foi fruto de um concurso promovido pela CEPDAP (Centro de Educação Profissional de Decoração, Paisagismo e Artes do Paraná), visando estimular os alunos à prática. Os projetos vencedores foram desenvolvidos pelos estudantes Cristina Kizltyka, Danielle da Matta, Giovana Santos, Glicínia Setenareski, Levy Lúcio, Mirthes Shimada, Marylena Nascimento, Bernardete Ribas, Claudia Silva, Juliana Sanches, Margaret von Tennenberg e Nadine Albuquerque.
Para a diretora do CEPDAP, Loyse Manfredini, o objetivo do projeto é integrar a forma e a função das construções, com economia e utilização de materiais que não causem prejuízos ao meio ambiente. “A Casa e hídricos, proporcionando meios de captação solar e água da chuva para suprir necessidade internas”, explica.
Além disso, cada detalhe da casa – desde a construção às peças de decoração – foi composto por materiais recicláveis, evitando processos de industrialização e transporte de alto impacto ao meio ambiente e dando preferência aos que possam ser repostos à natureza e que tenham disponibilidade local.
A Casa Ecológica fez parte das Ilhas Temáticas – um espaço dentro da MovCon’2000, dedicado aos arquitetos e decoradores locais. Com a participação dos fornecedores paranaenses de móveis e materiais de construção, o visitante teve a oportunidade de ver os produtos compondo os ambientes e adquiri-los dentro da própria feira, que aconteceu de 24 a 28 de outubro.

Thursday, June 07th, 2012 | Author:

PAISAGISMO FAZ DE UMA SIMPLES EXTENSÃO DA ÁREA DE SERVIÇO UM AGRADÁVEL SOLÁRIO.

O paisagismo entrou neste apartamento do bairro de Higienópolis, em Porto Alegre, aos poucos. A princípio, seria implantado apenas na sacada do apartamento, uma área ampla, ideal para os momentos de degustação do chimarrão, um hábito familiar.

Saturday, November 26th, 2011 | Author:

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Friday, April 23rd, 2010 | Author:

Orkideas

“Nellie Roberts” recebeu seu nome quando ainda era viva.
0 público tinha oportunidade de ver orquídeas tanto nos encontros mensais da RHS, quanto em cultivo no Real Jardim Botânico, em Kew, perto de Londres. Embora tenha chegado ao fim em 1914, aquela que poderia ser chamada de Idade das Orquídeas na Inglaterra, o interesse por elas e o melhoramento dos híbridos continuaram a crescer, ajudados pela descoberta do método assimbi-ótico de germinação de sementes e pela reprodução meristemática.

Tuesday, January 19th, 2010 | Author:

Chapada da diamantina lençois

Chapada da diamantina lençois.
ALGUMAS DICAS.
Lençóis fica quase às margens da perigosa e esburacada rodovia federal BR 242, a 425 km de Salvador.
Não há serviço de taxi ou de locação de veículos na cidade, mas existe um hotel de duas estrelas e uma porção de casas que alugam quartos. Com alguma sorte, é possível também alugar um burro e contratar um guia.
De maio a agosto ha sol no Poço Encantado. Setembro é quando muitas flores desabrocham, mas os rios estão quase todos secos. Se você for no inverno, é melhor levar agasalho, porque a temperatura na Chapada pode ser bastante fria.
Ao lado Poço Encantado. De maio a agosto, um raio de sol cria efeitos mágicos no local